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3ª CIRETRAN de Codó tem a pior prestação de serviços com funcionários que desrespeitam as pessoas sem qualquer punição

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Como pessoa, e tive o prazer de conhecê-lo, não há o que reclamar de Ricardo Reis, mas como coordenador da 3ª CIRETRAN, hoje tive certeza de que a população de Codó que precisa dos serviços daquele órgão estão sentindo imensamente saudades do César Roberto que era tido como chato com desejo de ser visto pelas costas por funcionários, simplesmente porque tinha pulso e poder de comando fazendo com que quem estava ali para trabalhar tinha exercer suas funções e atender bem a sociedade, fazendo cumprir nada mais do que a obrigação.

Mas ultimamente o que se vê na CIERETRAN são pessoas reclamando porque os serviços são da pior qualidade. Não é de hoje que estamos recebendo essas insatisfações, mas verificamos que essas denúncias de abuso na CIRETRAN é muito mais do que a população vem descrevendo. Nesta sexta-feira (18) estivemos no prédio do Posto do DETRAN em Codó e o que vimos foi um absurdo que, aliás, vinha sendo verificado desde quarta-feira, quando resolvemos constar a veracidade das reclamações.

O que está ocorrendo na 3ª CIRETRAN de Codó é o seguinte. Os funcionários são folgados, obrigam as pessoas a fazerem serviços desnecessários e quando chega para o atendimento depois de uma série de medidas, ainda tratam as pessoas com desprezo. De início, apresentamos um documento de veículo a uma servidora que sequer olhou para o papel e já nos encaminhou para uma concessionária, lá fomos informados de que a ida era desnecessária, bastava a funcionária ter olhado para o documento, no dia seguinte, retornamos e fizemos tudo o que fora solicitado, em vez de iniciar o processo, fomos redesignados para o dia seguinte, tudo isso para impressão de um processo que não levaria cinco minutos.

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No dia seguinte como combinado, só nós cumprimos porque o funcionário que estava certo para nos atender, simplesmente disse que o processo não estava pronto e nos orientou a retornarmos no dia seguinte e assim fizemos hoje, sexta-feira. O folgado ao nos avistar chegando, estava no portão da CIRETRAN e simplesmente adentrou, antes que entrássemos no prédio e sumiu. Solicitamos a presença do mesmo que mandou recado para que esperássemos. Nesse ínterim bem antes disso, uma gama de pessoas também aguardavam a ele e outros funcionários que resolveram parar com os atendimentos por conta própria.

Procuramos o amigo Roberto Reis para resolver o problema, mas o mesmo estava ausente. Então vamos a outros abusos que estão ocorrendo na CIRETRAN de Codó. As pessoas, assim como nós, que trabalham procuram ir, justamente, no horário de 11h30 às 14h, mas o que era para ser a solução está sendo uma tremenda dor de cabeça porque é justamente nesse período em que os funcionários estão deixando seus postos para fazer sabe-se lá o que, porque atender a população é tudo o que não estão fazendo nesse horário.

E não para por aí. Eles deixam de atender o povo, mas não querem conversa quando o assunto é atender a população depois das 14h45. Isso mesmo, este fato só não ocorreu conosco quando estivemos também nesse intervalo para comprovar as denúncias, porque ao sermos reconhecidos, o funcionário decidiu nos atender. No entanto, pessoas comuns, ou outras que não sejam da mídia, sofrem com esse absurdo. Quem está chegando a partir das 14h45 é mandado de volta pra casa com previsão de retorno no dia seguinte, porque 15h os funcionários não querem mais atender ninguém.

Em resumo, o descaso é tanto que iniciamos um simples processo na terça-feira e não temos certeza de que vamos resolvê-lo na próxima segunda-feira, mas uma coisa é certa, voltaremos lá. Como não conseguimos contanto com o amigo Ricardo Reis, que deve está enfrentando problemas para administrar o órgão, que tome uma providência junto ao DETRAN ou mesmo ao governo estadual, porque, mesmo sendo efetivos, os funcionários precisam seguir as normas do órgão em que prestam, ou deveriam prestar serviço. Só uma ressalva, essa folga não se aplica a todos os funcionários, alguns conseguem exercer a função.

por Correio Codoense /Texto de Francisco Oliveira

Categoria: Notícias

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