Blog da Ramyria Santiago -

MORRE EM CODÓ DE FORMA PRECOCEMENTE O RAPAZ “CHIQUITO” EX-FUNCIONÁRIO DO ARMAZÉM PARAÍBA

Faleceu na madrugada de hoje, por volta das 4:00h,  no residencial Santa Rita, Luis Carlos Ponciano da Silva, 32 anos. Ele era conhecido carinhosamente por “CHIQUITO” e era ex-funcionário do Armazém Paraíba de Codó.

Segundo informaçoes, após uma  festa ontem dia 28, na AABB  de Codó, ele teria tido uma briga com sua ex-mulher, ainda dentro do clube de festa. Logo em seguida ela teria ido pra casa, ele foi atrás dela, e a mesma  não  abriu o portão para ele entrar. “CHIQUITO” teria  pulado o muro da casa e ficou apenas na área. Poucos minutos depois houve um silêncio total, o mesmo já estava morto. Segundo a família, “CHIQUITO”, estaria com depressão, que iniciou após a separação há 9 meses da mulher.

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“CHIQUITO”

O blog da Ramyria Santiago está neste momento atendendo  há um pedido da família de “CHIQUITO”  e em especial o pedido do irmão da vitima ⁠⁠⁠José Beliche, que pediu para que não divulgasse a causa da morte de seu irmão, por conta disso não divulgaremos aqui no blog o que teria realmente matado este homem. Estamos divulgando apenas a matéria em uma forma de informar aos nossos leitores do acontecido. Familiares e pessoas próximas poderão se deslocar ao local do velório e saberão a real causa.

A vitima deixa dois filhos pequeno. Ele era uma pessoa brincalhona e que todos gostavam, e foi embora tão precocemente, deixando assim  muitas saudades. Seu corpo esta sendo velado na Rua Manoel Januário, Bairro São Sebastião.

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“CHIQUITO”

Blog da Ramyria Santiago

Jovem vai à polícia e se diz autor de vídeo com adolescente no Rio que foi estuprada.

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 A Polícia Civil ouviu na noite desta sexta-feira (27) um jovem que diz ser responsável pela divulgação, na internet, das imagens da adolescente que denunciou ter sido vítima de estupro coletivo no Rio. Identificado como Raí de Souza, o rapaz, de 22 anos, não estava entre os suspeitos identificados até então pela polícia como envolvidos no caso.

“A versão dele aponta que ele filmou e que quando ele comenta que ‘trinta passaram aqui’ que estava fazendo referência a um funk”, disse o delegado Alessandro Thiers, titular da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), que investiga o caso.

Raí compareceu à Cidade da Polícia juntamente com Lucas Perdomo Duarte Santos, de 20 anos, jogador de futebol que a adolescente disse à polícia ser seu namorado e com quem ela teria saído na noite anterior ao ocorrido. Segundo o delegado, Lucas negou namorar a garota e Raí foi quem assumiu ter tido relações sexuais com ela.

Raí, que chegou na delegacia acenando para fotógrafos e cinegrafistas, ironizando a “fama” do amigo Lucas, não quis falar com a imprensa. Seu advogado, Claúdio Lúcio, confirmou que ele admitiu ser autor das imagens, mas negou que tenha ocorrido estupro .

“Ele falou o quê, tá lá no depoimento dele, que ele realmente tinha filmado, que ele tava falando que ‘é dos 30′, tentando se vangloriar, mas que realmente não foi ele, que não houve estupro, houve um ato sim, permitido pela suposta vítima”, disse o advogado.

O advogado que representa Lucas, Eduardo Antunes, também negou que tenha ocorrido estupro. Questionado sobre a citação no vídeo divulgado com as imagens da vítima nua e desacordada de que 30 homens teriam praticado ato sexual com ela, ele também disse se tratar de uma menção a uma música conhecida na comunidade onde o caso ocorreu.images (5)

“A questão dos 30 foi que existe um rap conhecido na comunidade que exalta um dos personagens lá do local dizendo que ‘o fulano é o cara, engravidou mais de 30’. Foi isso que me foi passado, eu não conheço o teor da música”, disse Eduardo.

Além de Raí e Lucas, o delegado Alessandro Thiers ouviu nesta sexta-feira uma garota que disse ter se relacionado sexualmente com Lucas na mesma noite e no mesmo local onde a adolescente e Raí mantiveram relações sexuais. O imóvel, que segundo o delegado é denominado como “abatedouro” [lugar usado para sexo], localizado na comunidade do Morro do Barão, na Zona Oeste do Rio, foi periciado após operação policial na tarde desta sexta.

Novos depoimentos na próxima semana
Segundo Thiers, mais três pessoas serão ouvidas na próxima semana para ajudar a polícia a esclarecer o caso. O delegado, no entanto, não disse qual seria o envolvimento dessas três pessoas e enfatizou o empenho das investigações para elucidar o estupro coletivo.

O delegado afirmou que, por enquanto, só é possível afirmar a ocorrência do crime previsto no artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para quem divulga imagens pornográficas envolvendo menores – a pena prevista nestes casos pode ser de até seis anos de prisão.

Em coletiva realizada no começo da tarde, no entanto, o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, afirmou haver “indícios veementes” de que houve estupro. “Há indícios, veementes, de que de fato houve. Mas a polícia pode afirmar e assinar um documento dizendo que houve? Ainda não. Precisa de um resultado de um laudo, precisa do confronto do laudo com outros depoimentos que ainda não aconteceram. A presunção da polícia não se baseia em ‘ouvi dizer’. Se a polícia se baseasse nisso, três ou quatro deles já estariam mortos como foi amplamente divulgado em vários sites e redes sociais”, declarou Veloso.

Vítima prestou novo depoimento
A adolescente prestou novo depoimento à Polícia Civil na tarde desta sexta-feira (27). De acordo com a delegada Cristiana Bento, da Delegacia de Atendimento a Criança e Adolescente Vítima (DACV), a menina conversou com um psicólogo e prestou depoimento no sistema de “relato livre”.

‘Esse crime não ficará impune’, garante ministro
O ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, garantiu na noite desta sexta-feira  que o estupro coletivo praticado contra a adolescente não ficará impune. Ao lado dele, o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, diz que “falta detalhe jurídico” para pedir prisão de suspeitos de envolvimento no caso.

“Nós temos absoluta certeza que esse crime não ficará impune e que todos os envolvidos serão presos e condenados”, afirmou Moraes após se reunir com Beltrame no Centro Integrado de Comando e Controle, no Rio.

Questionado sobre por quê a Polícia Civil ainda não pediu a prisão dos envolvidos no caso que já foram identificados, Beltrame afirmou que faltam “detalhes jurídicos” para isso.

“Se o delegado que preside o inquérito não pediu as prisões, podem ter certeza de que faltou algum elemento que fundamente o pedido”, disse o secretário.

Beltrame enfatizou o caráter criminoso de todos os envolvidos no caso. “Seja quem praticou o ato ou quem divulgou as imagens, todos são criminosos e serão presos. É preciso sempre reforçar que a adolescente é vítima”, destacou.

O secretário confirmou uma operação policial foi realizada na tarde desta sexta-feira na região da Praça Seca, em Jacarepaguá, ligada à busca pelos estupradores da jovem, mas não quis dar detalhes da ação.

O ministro da Justiça e Cidadania reiterou que o governo do Rio de Janeiro terá todo o apoio do governo federal para investigar o caso. “Coloquei a Polícia Federal à disposição, mas estou certo de que a Polícia Civil tem totais condições de esclarecer esse crime bárbaro, que agride a todos nós”, ressaltou Alexandre de Moraes.

O ministro também anunciou que se reunirá com todos os secretários estaduais de segurança na próxima terça-feira (31) para estabelecer uma agenda conjunta de combate à violência contra as mulheres e o grande número de homicídios. “Espero que na próxima terça-feira já possamos anunciar a formatação de um departamento de combate à violência contra a mulher no âmbito da Polícia Federal”, disse.

O crime
O crime ocorreu no sábado (21). Em depoimento à polícia, a adolescente disse que foi até a casa de um rapaz com quem se relacionava há três anos. Ela disse aos policiais recordar que estava a sós na casa dele e, depois, só se lembra que acordou no domingo, em uma outra casa, na mesma comunidade, cercada por 33 homens armados com fuzis e pistolas. Ela destacou que estava dopada e nua.

A jovem contou aos investigadores que foi para casa de táxi na terça-feira (24).  Ela admitiu que faz uso de drogas, mas afirmou que não utilizou nenhum entorpecente no sábado.

Na terça (24), ela descobriu que imagens suas, sem roupas e desacordada, circulavam na internet. A jovem contou ainda que voltou à comunidade para buscar o celular, que fora roubado. Um agente comunitário foi quem a acolheu, ao perceber como ela estava, e a conduziu para junto da família novamente.

Os parentes só souberam do estupro na quarta-feira (25), após tomarem conhecimento que fotos e vídeos exibindo a adolescente nua, desacordada e ferida estavam sendo compartilhados pelos agressores.

A adolescente passou por exames de corpo de delito no Instituto Médico-Legal nesta quinta (26) e foi levada para o Hospital Souza Aguiar, no Centro, onde passou por exames e tomou um coquetel de medicamentos para evitar a contaminação por doenças sexualmente transmissíveis.

Família abalada
Está marcada para segunda-feira (30) uma reunião entre a família e o secretário de Assistência Social do Rio, Paulo Melo, para avaliar se há necessidade de proteção policial.

A família da adolescente está abalada. “Eu e a mãe, a gente chora quando vê o vídeo. O pai dela não aguenta falar que chora muito. Nosso sentimento é de tristeza, de indignação, estamos estarrecidos de ver até que ponto chega a maldade humana, né. A família está, assim, sem palavras, consternada”, desabafou a avó da garota.

Um dos parentes disse que a família ainda se sentiu aliviada pela vida da garota ter sido poupada. “Esse agente comunitário que veio trazê-la [para casa] eu acho que ele foi uma pessoa que salvou a vida dela, porque eles iriam matá-la. Porque é isso que eles fazem, né. Não é normalmente a história que a gente conhece? Eles estupram e matam”, disse a parente da adolescente.

“Um deles é namorado dela, tinha sido namorado dela, que ela conheceu na escola. E isso foi uma vingança dele. Ele fez isso com ela e chamou mais 30 para fazer o mesmo. O pai dela nem aguenta falar que chora muito. Um ser humano que é capaz de fazer isso com uma menina de 16 anos só, cheia de sonho, né? E eles fazem isso. A família está assim, sem palavras”, lamentou o parente da garota.

Desabafo na internet: ‘Dói na alma’
Após a repercussão do caso, a garota fez dois desabafos nas redes sociais. O mais recente foi na manhã desta sexta: “Todas podemos um dia passa e por isso .. Não, não doi o útero e sim a alma por existirem pessoas cruéis sendo impunes!! Obrigada ao apoio”, escreveu a menina, que também aderiu à campanha na rede social pelo “fim da cultura do estupro”.

Na noite desta quinta (26), ela já havia feito seu primeiro pós sobre o tema. “Venho comunicar que roubaram meu telefone e obrigada pelo apoio de todos. Realmente pensei que seria julgada mal”.

Status das investigações
O chefe da Polícia Civil do Rio, Fernando Veloso, disse, nesta sexta, que há “indícios veementes” de que houve estupro, mas a corporação ainda investiga detalhes do vídeo, aguarda laudos e depoimentos. Entre as questões, a polícia quer saber se o crime aconteceu no lugar da filmagem e quantos suspeitos teriam participado.

Até a tarde desta sexta, a prisão de nenhum dos suspeitos tinha sido pedida. O chefe da Polícia Civil afirmou que é preciso cautela para, por exemplo, determinar quantos são os envolvidos no crime. Ele comentou ainda que a cautela é a mesma que não permite que a polícia, apenas a partir de fotos de corpos divulgadas em redes sociais, considere que três ou quatro suspeitos tenham sido mortos.

Estupros no Rio
O Estado do Rio de Janeiro teve uma média de 13 estupros por dia entre 1º de janeiro e 30 de abril deste ano. Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), órgão ligado à Secretaria de Estado de Segurança do Rio, foram registrados 1.543 casos de estupro no estado nos primeiros quatro meses de 2016. Ainda não há dados referentes ao mês de maio.

Segundo os dados mais recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados 47.646 estupros no país em 2014. O número representa uma queda em relação ao registrado em 2013 (50.320) – mas, ainda assim, equivale a um caso a cada 11 minutos, em média, no país. Os números incluem também os estupros de vulnerável, crime cometido contra menores de 14 anos.

Fonte : G1

JOVEM ESTUPRADA QUEBRA O SILÊNCIO: “QUANDO ACORDEI TINHAM 33 HOMENS EM CIMA DE MIM”

A jovem de 17 anos que teve imagens publicadas nas redes sociais por dois homens que diziam que ela tinha acabado de ser estuprada foi submetida a exames médicos na manhã desta quinta-feira, 26. Segundo a avó da moça, em entrevista à rádio CBN, a vítima foi encontrada por um agente comunitário, na zona oeste da cidade, e levada para a casa da família.

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A avó disse ter ficado chocada com o vídeo, em que um dos homens afirma que a jovem pode ter sido estuprada por mais de trinta criminosos. “Essa aqui, mais de 30, engravidou”, diz um homem não identificado.

“O vídeo é chocante, eu assisti, ela está completamente desligada”, afirmou a avó. Ela disse que a neta tem o hábito de frequentar comunidades e passar alguns dias sem dar notícias, desde os 13 anos. A família, no entanto, nunca teve notícias de que a moça sofresse abusos. A vítima é mãe de um menino de três anos.

A suspeita de estupro coletivo é investigada pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). A jovem já foi ouvida e as investigações estão sob sigilo. Segundo informações do portal G1, dois homens que publicaram imagens da moça desacordada e nua foram identificados. Um mora em Santa Cruz e outro na Cidade de Deus, na zona oeste. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

A publicação e o compartilhamento de imagens da jovem violentada causou revolta nas redes sociais. Internautas pediram que as imagens não sejam compartilhadas

GRANDE REVELAÇÃO DE CODÓ, GRUPO DE RAP QUE LEVA O NOME DE "ALTERNATIVA B"

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LUCIANO E RAFAEL


Mais um grupo de Rap que virou destaque na Cidade de Codó-MA. O grupo leva o singelo nome de “ALTERNATIVA B”, o nome “ALTERNATIVA B” significa que que eles saíram de uma realidade de favela, de gueto, e que para muitos eles tem apenas a opção de drogas, armas e o crime, mais para  eles, existe a “ALTERNATIVA B” um outro caminho para todos.
O grupo tem nove canções escritas e apenas uma gravada, por não terem condições de arcar com as despesas da gravadora. Cada canção custa caro para ser gravada e ambos não tem condições.
A única musica gravada por eles leva o nome de “LÁGRIMAS NA CHUVA” escrita por um dos integrante do grupo Luciano Santiago, ele fez uma homenagem a mãe a Jornalista e Blogueira Ramyria Santiago falecida em 1994 vitima de um acidente de carro em São Luis-MA, aos 29 anos de idade, a mesma se chamava Lucilene Santiago, que também é mãe de Luciano, além de ter também outros 3 filhos. Um som marcante, que envolve a todos, essa musica já é sucesso nas paradas da Cidade de Codó.
VEJA O VÍDEO DA CANÇÃO LÁGRIMAS NA CHUVA.

O grupo “ALTERNATIVA B” é composto por quatro componentes, LUCIANO, RAFAEL, HÉRCULES E JUNIOR. Além também de algumas pessoas que fazem a parte burocrática, em uma força de expandir e levar para longe o nome  do grupo, por meio deles, ROMILDO, BRUNO,ROBERTO e LUCARELE. Todos com os mesmos sonhos e objetivos, embora sem recursos ou ajuda alguma de quem quer que seja. O sonho desses garotos é poder gravar todas a suas canções escritas, além de um patrocinador que possa ajuda-los. Enquanto isso não acontece, eles vão fazendo seus shows na cidade e com agenda cheia  apresentações locais.
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Contatos para shows: (99)81208719 ou (99)988386425
Email: ramyriasantiago@hotmail.com
Um dos ensaios de Luciano Santiago, onde ele canta a  musica “LÁGRIMAS NA CHUVA”, gravada por um aparelho de celular em sua residência.

 

GRANDE REVELAÇÃO DE CODÓ, GRUPO DE RAP QUE LEVA O NOME DE “ALTERNATIVA B”

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LUCIANO E RAFAEL

Mais um grupo de Rap que virou destaque na Cidade de Codó-MA. O grupo leva o singelo nome de “ALTERNATIVA B”, o nome “ALTERNATIVA B” significa que que eles saíram de uma realidade de favela, de gueto, e que para muitos eles tem apenas a opção de drogas, armas e o crime, mais para  eles, existe a “ALTERNATIVA B” um outro caminho para todos.

O grupo tem nove canções escritas e apenas uma gravada, por não terem condições de arcar com as despesas da gravadora. Cada canção custa caro para ser gravada e ambos não tem condições.

A única musica gravada por eles leva o nome de “LÁGRIMAS NA CHUVA” escrita por um dos integrante do grupo Luciano Santiago, ele fez uma homenagem a mãe a Jornalista e Blogueira Ramyria Santiago falecida em 1994 vitima de um acidente de carro em São Luis-MA, aos 29 anos de idade, a mesma se chamava Lucilene Santiago, que também é mãe de Luciano, além de ter também outros 3 filhos. Um som marcante, que envolve a todos, essa musica já é sucesso nas paradas da Cidade de Codó.

VEJA O VÍDEO DA CANÇÃO LÁGRIMAS NA CHUVA.

O grupo “ALTERNATIVA B” é composto por quatro componentes, LUCIANO, RAFAEL, HÉRCULES E JUNIOR. Além também de algumas pessoas que fazem a parte burocrática, em uma força de expandir e levar para longe o nome  do grupo, por meio deles, ROMILDO, BRUNO,ROBERTO e LUCARELE. Todos com os mesmos sonhos e objetivos, embora sem recursos ou ajuda alguma de quem quer que seja. O sonho desses garotos é poder gravar todas a suas canções escritas, além de um patrocinador que possa ajuda-los. Enquanto isso não acontece, eles vão fazendo seus shows na cidade e com agenda cheia  apresentações locais.

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Contatos para shows: (99)81208719 ou (99)988386425

Email: ramyriasantiago@hotmail.com

Um dos ensaios de Luciano Santiago, onde ele canta a  musica “LÁGRIMAS NA CHUVA”, gravada por um aparelho de celular em sua residência.

 

Caxias: "Tiririca" é condenado a 34 anos de reclusão por estupro de alunos de futebol

José Amparo Barbosa da Silva, conhecido por “Tiririca”, que era orientador de uma escolinha de futebol em Caxias, foi condenado a 34 anos, um mês e quatorze dias de prisão pelo estupro de três menores que eram seus alunos.

De acordo com os autos do processo os crimes ocorreram entre setembro e novembro de 2014. Segundo o depoimento das vítimas, o estuprador os atraía para o vestiário ou os levava para sua residência onde cometia os atos libidinosos.

Tiririca forçava as crianças a fazerem sexo anal e oral, em troca do silêncio oferecia presentes. O criminoso chegou a infectar as crianças com o vírus da sífilis e do HPV.

O crime foi descoberto quando as mães das crianças notaram uma mudança no comportamento delas e também os presentes que não condiziam com a realidade socioeconômica das vítimas.

A juíza Marcela Santana Lobo, titular da 5ª Vara da Comarca de Caxias, entendeu que o criminoso fez uma seleção das vítimas de acordo com sua vulnerabilidade socioeconômica, já que também oferecia sexta básicas para as famílias das crianças.

“O acusado selecionava vítimas potenciais entre as que já eram economicamente vulneráveis. A conduta revela não apenas o conhecimento da ilicitude da prática criminosa, como a premeditação na cautelosa escolha das vítimas”, explicou a magistrada.

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Caxias: “Tiririca” é condenado a 34 anos de reclusão por estupro de alunos de futebol

José Amparo Barbosa da Silva, conhecido por “Tiririca”, que era orientador de uma escolinha de futebol em Caxias, foi condenado a 34 anos, um mês e quatorze dias de prisão pelo estupro de três menores que eram seus alunos.

De acordo com os autos do processo os crimes ocorreram entre setembro e novembro de 2014. Segundo o depoimento das vítimas, o estuprador os atraía para o vestiário ou os levava para sua residência onde cometia os atos libidinosos.

Tiririca forçava as crianças a fazerem sexo anal e oral, em troca do silêncio oferecia presentes. O criminoso chegou a infectar as crianças com o vírus da sífilis e do HPV.

O crime foi descoberto quando as mães das crianças notaram uma mudança no comportamento delas e também os presentes que não condiziam com a realidade socioeconômica das vítimas.

A juíza Marcela Santana Lobo, titular da 5ª Vara da Comarca de Caxias, entendeu que o criminoso fez uma seleção das vítimas de acordo com sua vulnerabilidade socioeconômica, já que também oferecia sexta básicas para as famílias das crianças.

“O acusado selecionava vítimas potenciais entre as que já eram economicamente vulneráveis. A conduta revela não apenas o conhecimento da ilicitude da prática criminosa, como a premeditação na cautelosa escolha das vítimas”, explicou a magistrada.

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