Blog da Ramyria Santiago -

EM CODÓ QUADRILHA DE ASSALTANTES É PRESA APÓS ROUBAREM CELULAR DE PROFESSORA.

HISTÓRICO: O serviço de inteligência do 17 BPM na manhã do dia 14/11/2018 após ter recebido denúncias de um assalto que teria ocorrido no dia 13/11/2018 no Parque Ambiental (Trizidela), onde os assaltantes levaram de uma Professora o seu celular. Foram feitas as investigações onde chegamos a uma quadrilha de assaltantes de celulares da região. Foram presos : Carlos Daniel Costa Silva, vulgo: Ciganinho “assaltante”, Carlos André da Silva “Dono do Revólver” e Antônio Domingos da Silva Serra “Quem estava com o celular”. Os mesmos foram apresentados à delegacia regional de Codó, para que sejam tomadas as devidas providências legais.

ASSCOM 17° BPM

Polícia divulga retrato falado dos suspeitos do assassinato do prefeito de Davinópolis.

A Polícia Civil do Estado do Maranhão divulgou nesta terça-feira (13) o retrato falado dos dois supostos assassinos do prefeito do município de Davinópolis, Ivanildo Paiva (PRB), no último domingo (10). O gestor foi executado a tiros em sua propriedade na zona rural. No primeiro retrato (a esquerda) um homem de pele morena, porte físico forte, marcas de espinhas no rosto, altura aproximada de 1,70 e idade próximo de 38 anos. O segundo suspeito (a direita), um suspeito de pele clara, porte físico magro, manchas de espinhas no rosto, altura aproximada de 1,65 e idade entre 35 anos.

Fonte:Domingos Costa.

FLÁVIO DINO NÃO VAI AO ENCONTRO COM BOLSONARO QUE SERÁ REALIZADO AMANHÃ, QUARTA FEIRA EM BRASÍLIA.

Maranhão será representado pelo Piauí.

AQUILES EMIR

Como já era previsto, Flávio Dino (PCdoB), um dos maiores críticos de Jair Bolsonaro (PSL), não participará nesta quarta-feira (14), em Brasília (DF), do encontro do presidente eleito e sua equipe econômica com governadores eleitos e reeleitos. O Maranhão, assim com outros estados do Nordeste, será representado pelo governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que vai levar uma carta com as principais reivindicações da região.

Em entrevista ao G1 PI, Wellington Dias disse que a carta que levará ao presidente eleito conterá propostas para a pauta Brasil, destacando as prioridades para a região. “O Fórum dos Governadores do Nordeste me autorizou a representar a região na agenda do próximo dia 14, em reunião com o presidente eleito Jair Bolsonaro para podermos tratar da carta do Nordeste”, disse.

Ainda de acordo com governador piauiense, desde 2015 houve várias reuniões dos gestores estaduais nordestinos, no Piauí, em Pernambuco, no Ceará, na Bahia e outros estados, oportunidade em que foram debatidos temas como Saúde, Educação, a situação de recursos hídricos, energia, essa parte da política fiscal e essas situações de contratos de empréstimos da previdência. “Elaboramos propostas para a pauta Brasil, ou seja, a pauta brasileira a partir da prioridade do Nordeste”, acrescentou.

Ainda de acordo com Wellington Dias, ele aproveitará o encontro para solicitar de Bolsonaro uma audiência em que debaterá esses temas, apresentará a carta de seus colegas e vai propor uma reunião específica com os governadores nordestinos.

Wellington Dias levará carta dos governadores nordestinos a Jair Bolsonaro

Caos – Desde a eleição de Jair Bolsonaro, dia 28 de outubro, o governador Flávio Dino tem sido um dos maiores críticos do futuro governo, chegando a prever um caos econômico e social no Brasil a partir de 2019, quando for empossado.

Diante das críticas feitas pelas redes sociais, muitos imaginavam que ele estivesse disposto a apresentar seus alertas, pessoalmente, ao futuro presidente e à sua equipe econômica, porém, a exemplo do que ocorreu ao longo do governo de Michel Temer, com quem nunca teve uma audiência nem participou dos encontros organizados por ele, preferiu ficar de fora.

Segundo a coordenação do encontro, vinte governadores já garantiram presença em Brasília nesta quarta, ou seja, apenas sete, provavelmente todos dos Nordeste, onde Fernando Haddad (PT) teve maior votação, estarão ausentes.

MARANHÃO É O ESTADO QUE MENOS INVESTE EM SAÚDE, COM BASE NO RANKING;

Em todo o País, o gasto médio per capita com saúde no ano passado foi de R$ 1.271,65. Entre os 26 Estados, no entanto, esse valor varia de R$ 703,67, no Pará, a R$ 1.771,13, em Roraima. As informações levantadas pelo CFM consideraram as despesas em Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS) declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), do Ministério da Saúde. Pela lei, cada ente federativo deve investir percentuais mínimos dos recursos arrecadados com impostos e transferências constitucionais e legais na área.

Essas despesas são voltadas para a promoção, proteção e recuperação da saúde que atendam, simultaneamente, a princípios da Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080/1990) e da Lei Complementar 141/2012. No caso dos Estados e do Distrito Federal, esse percentual deve ser de pelo menos 12% do total de suas receitas. No caso dos municípios, o valor de base corresponde a 15%. Para a União, a regra prevê aplicação mínima, pelos próximos 20 anos, de 15% da receita corrente líquida, mais a correção da inflação.

Na base do ranking dos gastos totais per capita em saúde, surgem: Pará, com despesa total por ano de R$ 703,67; Maranhão (R$ 750,45); Alagoas (R$ 863,18); Ceará (R$ 888,71); e Amazonas (R$ 907,82). Também realizaram uma média inferior a R$ 1.000,00 ao ano por habitante: Pernambuco (R$ 908,68), UGoiás (R$ 910,60), Paraíba (R$ 912,11), Sergipe (R$ 936,96) e Rio Grande do Norte (R$ 948,99).

Na outra ponta, tiveram valores per capita acima da média nacional apenas quatro estados: Roraima (R$ 1.771,13), Mato Grosso do Sul (R$ 1.496,13) e Tocantins (R$ 1.489,18) e Acre (R$ 1.306,91). Estados com alta densidade populacional e índices elevados de desenvolvimento econômico apresentaram índices menores. São os casos de Mato Grosso (R$ 1.243,84), São Paulo (R$ 1.235,15), Rio Grande do Sul (R$ 1.207,13), Rio de Janeiro (R$ 1.194,19), Paraná (R$ 1.129.36) e Minas Gerais (R$ 1.011,21).

Entre as capitais, Salvador ocupa a 24ª posição no ranking do gasto per capita em saúde. Considerando apenas a despesa com recursos próprios da cidade, o valor anual é de R$ 243,40 por pessoa. No ranking, o destaque positivo recai sobre Campo Grande (MS), com um valor correspondente a R$ 686,56 per capita ano. Na sequência, aparecem São Paulo (SP), com R$ 656,91; Teresina (PI), que dispensa R$ 590,71; Vitória (ES), com R$ 547; e Rio de Janeiro (RJ), com R$ 533,92.

Ao lado da capital da Bahia, entre os piores desempenhos também figuram Macapá (AP), com R$ 156,67; Rio Branco (R$ 214,36); Belém (PA), com R$ 247,48; e Maceió (AL), com R$ 294,46. Considerando-se 26 capitais, à exceção de Brasília, que possui uma especificidade administrativa que não permite esse cálculo, a média nacional ficou em R$ 398,38 per capita aplicados pelas Prefeituras em ações e serviços de saúde.

O cálculo do volume de recursos enviados pela União aos Estados e municípios para ajudar no custeio e no investimento em ações e serviços de saúde foi feito com base em critérios baseados nas necessidades da população; nas dimensões epidemiológicas, demográficas, socioeconômicas e espacial; e na capacidade de oferta de ações e de serviços de saúde. Além disso, o rateio deve ter como objetivo a “progressiva redução das disparidades regionais”, conforme estabelece a Constituição Federal.

Ao avaliar os dados disponíveis no Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (SIOP), administrado pelo Ministério de mesmo nome, o CFM conseguiu identificar o total dos repasses por Estado, no período (2008 a 2017). Depois, dividiu esses números pela população residente em cada unidade da federação, conforme estimativa do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), o que permitiu identificar o valor médio per capita dos repasses por Estado.
Em 2017, as transferências federais ficaram, em média, em R$ 552,35. Por região, o pior desempenho foi no Norte (R$ 287,43), seguido do Sudeste (R$ 324,72), do Nordeste (R$ 334,24), do Sul (¨R$ 378,83) e do Centro-Oeste, com R$ 754,46, cujo resultado sofreu o impacto da distorção causada pela concentração de recursos do Ministério da Saúde no Distrito Federal.
Estados – O segundo item da operação que permitiu ao CFM saber exatamente o gasto per capita por Estado se baseia na análise dos valores destinados especificamente a Ações e Serviços Públicos de Saúde descritos nos orçamentos de cada Governo Estadual. Esses números integram relatórios que bimestralmente são encaminhados à União por meio do Siops.
De acordo com o declarado, os governos dos 26 estados e do Distrito Federal dispensaram, em média, R$ 315,93 na saúde de cada habitante, a partir de seus recursos próprios (sem contar com os repasses da União e os gastos de municípios). Onze estados se colocaram abaixo desse patamar. Os piores desempenhos foram percebidos na Bahia (R$ 226,56), Maranhão (R$ 231,48) e Pará (R$ 258,02). Na outra ponta, se destacaram Roraima, com per capita em saúde de R$ 976,77 ao ano, seguido pelo Distrito Federal (R$ 898,78) e Acre (R$ 736,24).
Municípios – Para fechar a conta da despesa per capita por unidade da Federação, também se buscou saber qual o comprometimento orçamentário dos municípios com essa responsabilidade legal. Nesse caso, foram analisadas as informações oficiais das Prefeituras enviadas ao Ministério da Saúde, também por meio do Siops. A alimentação desse sistema é uma das condições para que Estados e municípios possam continuar recebendo transferências constitucionais e voluntárias da União, como, por exemplo, os Fundos de Participação dos Municípios (FPM) e de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Dessa contabilidade dos recursos municipais, foram excluídos pelo Siops Fernando de Noronha (PE) e Brasília (DF), também por configurações administrativas específicas. Assim, somou-se o declarado por todos os municípios de um Estado e se dividiu o resultado pela população total. O resultado mostra que os 5.568 municípios que têm essa obrigação legal e administrativa responderam, em 2017, por uma despesa per capita em saúde que ficou, em média, em R$ 403,37.
Por unidade, os melhores desempenhos médios foram percebidos entre os municípios de São Paulo (R$ 601,98), Mato Grosso do Sul (R$ 567,74), Mato Grosso (R$ 502,22), Santa Catarina (R$ 471,91) e Paraná (R$ 470,93). Já nas últimas posições ficaram as médias das cidades do Amapá (R$ 141,55), Acre (R$ 170,76), Pará (R$ 206,55), Maranhão (R$ 225,09) e Alagoas (R$ 241,38). Considerando a média nacional, além dos municípios desses Estados, os de outras 12 unidades da Federação também ficam abaixo do parâmetro nacional.

Fonte:

Cremeb | Ascom

APÓS MATERIA DO BLOG VEREADORA MARIA PAZ FAZ COMENTÁRIO EM SUA DEFESA EXPLICANDO SUA RAZÃO.

Após a divulgação da matéria onde o blog da Ramyria Santiago esclarece que  quatro vereadores abandonaram o governo Nagib devido à verba repassada a eles que foi cortada tanto da prefeitura quando do grupo FC Oliveira, e ambos ficaram sem os seus malotes, a excelentíssima vereadora Maria Paz fez um esclarecimento no próprio blog, na parte de comentários se defendendo em suas palavras.

REVEJA A MATÉRIA NA INTEGRA NO LINK MAIS ABAIXO E VEJA TAMBÉM O QUE DISSE A VEREADORA MARIA PAZ EM SUA DEFESA.

LINK DA MATÉRIA

QUANTO CUSTA UM VEREADOR EM CODÓ?? DIZEM AS MÁS LÍNGUAS QUE AS TETAS DA PREFEITURA SECARAM PRA ELES E POR ISSO ABANDONARAM NAGIB.

FALA DE DEFESA DA VEREADORA MARIA PAZ.

QUANDO FOR FAZEREM POSTAGENS…CUIDADO COM OS DETALHES…FALA DA VEREADORA MARIA PAZ: Ela afirmou que está firme como os quatro vereadores e disse que estão todos juntos! SE FOR PARA ESTAR AO LADO DA SITUAÇÃO COMO TAMBÉM para fazer oposição, SOU MULHER E NÃO FUJO DAQUILO QUE EU ASSUMO, ESTAMOS FIRMES PELA UMA CODÓ MELHOR…A POPULAÇÃO ESTÁ PRECISANDO E SOFRENDO MUITO… ENTÃO, PRECISAMOS NOS FORTALECERMOS PARA LUTARMOS PELOS DIREITOS DO NOSSO POVO. CHEGA DE TANTA CRISE, TANTOS CORTES, TANTAS DEMISSÕES, PRECISAMOS TOMAR POSIÇÃO. É PROBLEMAS NA EDUCAÇÃO…NA SAÚDE…NA INFRAESTRUTURA…e que realmente não dar mais pra continuar… e afirmou que o governo tem que dizer para o que veio. APESAR DE MUITA GENTE DIZER…ESSA DAI SÓ FAZ O QUE O MARIDO MANDA…ESTÃO ENGANADOS! MEU MARIDO NEM ESTÁ AQUI, NEM SABE QUE EU ESTOU FALANDO.EU FUI ELEITA E ESTOU AQUI REPRESENTADO A PAPULAÇÃO DE CODÓ. TUDO TEM SEU TEMPO E SUA HORA. AS VEZES OS DEBOCHES TIRAM A ESSÊNCIA DAS POSTAGENS…CADA SER HUMANO TEM SUA SINGULARIDADE…O RESPEITO É A PRINCIPAL IDENTIDADE DE UMA PESSOA…ISSO SERVE PARA TODOS…DISSE MARIA PAZ.

A pergunta é:  Desde o inicio ela sempre esteve no governo  e nunca viu uma irregularidade nele, e só agora ela veio achar problemas no governo após o corte de verbas pra eles. ´Porque será??

 

 

MORO DEFENDE FIM DE VISITAS ÍNTIMAS A PRESOS E PARLATÓRIOS PARA DETENTOS FALAR COM ADVOGADOS.

A primeira semana em Brasília do juiz federal Sergio Moro, confirmado para o Ministério da Justiça pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, foi repleta de reuniões, compromissos com a equipe de transição e abordagem de curiosos. Moro defendeu o uso de parlatórios nos presídios, regras mais “duras” no sistema prisional e a adoção de inteligência no combate às facções.

A Agência Brasil apurou que Moro é favorável à instalação de parlatórios em presídios associada à restrição de visitas íntimas. Aplicada nos presídios federais de segurança máxima, a restrição gerou forte reação de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC), que está por trás de pelo menos três execuções de agentes penitenciários ocorridas no ano passado, segundo o Ministério Público Federal (MPF) no Paraná.

Os agentes assassinados trabalhavam nas penitenciárias federais de Catanduvas, no Paraná, e Mossoró, no Rio Grande do Norte. Tanto a restrição de visitas íntimas quanto a instalação de parlatórios no sistema penitenciário dependem de alterações legislativas.

Moro apresentou as propostas ontem, durante encontro que durou cerca de três horas, com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, e dirigentes da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

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Na reunião, o juiz defendeu o uso de parlatórios nos presídios – trata-se de uma estrutura de vidro com sistema de som que separa os presos das pessoas que os visitam e facilita o monitoramento de conversas entre detentos e advogados, e já existe nas unidades federais do sistema prisional.

Facções – Disposto a enfrentar a corrupção e combater as facções criminosas que dominam o sistema penitenciário –- e têm tentáculos em outros setores –, Moro quer tentar desestruturar a ação do crime organizado com ações de inteligência policial e de investigação.

Nas reuniões que manteve em Brasília, o juiz federal indicou que pretende ampliar o uso de agentes infiltrados em operações contra o tráfico e delitos vinculados. Ele aposta em uma regulamentação que facilite esse tipo de diligência.

Técnicos que participaram dos encontros disseram que a estratégia é usar métodos de inteligência policial e replicar a experiência das forças-tarefa, como no caso da Operação Lava Jato, mas com foco principalmente nas facções criminosas que atuam no país.

Superministério – Na busca pelo fortalecimento do Ministério da Justiça, a Segurança Pública e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), atualmente vinculado ao Ministério da Fazenda, devem ser incorporados. A fusão, segundo o próprio juiz federal e futuro ministro, facilitará o monitoramento do “caminho do dinheiro” oriundo de irregularidades. O Coafatua na investigação de crimes como lavagem dinheiro.

O futuro ministro da Justiça, juiz federal Sérgio Moro, durante coletiva de imprensa após reunião com o atual ministro da pasta, Torquato Jardim.
O futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, em entrevista coletiva – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Ministério da Justiça é atualmente responsável por áreas distintas, como o sistema prisional, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, e questões indígenas, já que a Fundação Nacional do Índio (Funai) é subordinada à pasta. Temas como imigrantes que buscam refúgio no Brasil, questões relativas à anistia dos perseguidos políticos, política de drogas e direito do consumidor também fazem parte do escopo de ação do ministério e serão mantidas.

Atração – Após reuniões no gabinete de transição, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), na tarde desta quinta-feira (08), Moro decidiu almoçar no restaurante do local. A presença dele movimentou o ambiente e chamou a atenção dos frequentadores e de pessoas que trabalham no local. O juiz sentou-se ao lado de dois assessores e de um segurança.

Demonstrando naturalidade com a presença de fotógrafos e jornalistas, funcionários do CCBB foram ao local para ver Moro de perto. Diferentemente de outros ministros indicados que também trabalham no local e costumam lanchar e almoçar no andar onde despacham com assessores, apenas o juiz e o astronauta Marcos Pontes, que deve assumir o Ministério de Ciência e Tecnologia, almoçaram por ali.

Duas pessoas venceram a timidez e resolveram cumprimentar Moro. A ação toda foi acompanhada por assessores, que procuravam “blindá-lo”. Ao deixar o restaurante, Moro foi abordado pela imprensa, mas respondeu apenas que tinha discutido a “montagem do ministério”, sem fornecer detalhes.

(Agência Brasil)

QUANTO CUSTA UM VEREADOR EM CODÓ?? DIZEM AS MÁS LÍNGUAS QUE AS TETAS DA PREFEITURA SECARAM PRA ELES E POR ISSO ABANDONARAM NAGIB.

Os vereadores propagam que querem apenas manter seus indicados, mais o que é propagado nós quatro canto de Codó é que eles querem outra coisa!! E que as verbas repassadas pra eles sumiram, as tetas secaram! A fonte de nome FC OLIVEIRA secou pros nobres edis.

A verdade é que publicamente nenhum dos quatro parlamentares que abandonaram o governo Nagib está expondo a verdade sobre suas razões, e a mentira de cada um deles vai arrebentar com muitos inocentes, trabalhadores codoenses que nada tem a ver com isso ou com suas chances de ganharem mais junto ao governo Nagib. Mais é bom lembrar também que eles nem poderiam falar o porquê de tudo isso mesmo, pois a verdade anteciparia a desmoralização de todos esses quatro parlamentares em apuros.

LEONEL FILHO, fala sobre criação do bloco parlamentar independente, onde faz parte Maria Paz, Domingos Reis e Júnior Oliveira. Afirma que quer manter sua posição na Câmara e até fez as pazes com o presidente da câmara Expedito Carneiro pedindo que o presidente separasse as cadeiras dos 4, para destacar ainda mais a existência física no momento das sessões ordinárias. E chamou tudo isso de divergências políticas.

DOMINGOS REIS, sempre com seus belos discurso, disse que não aceita imposição de ninguém, e que não teme ninguém. Agora!!!

MARIA PAZ, há quem diga que ela só faz o que o marido dita. Ela afirmou que está firme como os quatro vereadores e disse que estão todos juntos para fazer oposição, e que  realmente não dava mais pra continuar, e afirmou que  o governo tem que dizer pra que veio. Mais, o que se diz por aí, é que ela nem cheira e nem fede nesse jogo e que fora do governo seria até melhor para o povo.

JUNIOR OLIVEIRA, esse aí nem disse pra que veio, mais está no meio dos quatro exigindo o seu também e mais perdido do que cego em tiroteio.

Que mudança repentina dos nossos 4 parlamentares que a poucos aplaudiam o governo como ninguém. Sei não, em! Ai tem coisa!?  Din Din Din…

POR RAMYRIA SANTIAGO