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VÍDEO: Flagrante de falta de ambulância no estádio evidencia risco de vida a jogadores e aos torcedores de Codó

Um episódio lamentável foi registrado na partida entre Fabril e Cruzeiro na última segunda-feira, 7, no estádio Renê Bayma.

O vídeo enviado ao blog da Ramyria Santiago mostra um jogador sendo levado na maca direto para o Hospital Geral Municipal que, graças a Deus, fica do outro lado da rua Vasconcelos Torres, no bairro São Francisco.
Se dependesse de atendimento urgente para evitar algo grave o atleta estaria lascado, não havia, pelo que mostra a gritaria nem ambulância no Estádio, muito menos ainda um médico ou uma profissional de enfermagem.

O estatuto do Torcedor, Lei Federal nº 10.671/2003, em seu art. 16 diz que é de responsabilidade da ‘entidade responsável pela organização da competição“, em Codó nos parecer ser a LICOF (Liga Codoense de Fuitebol):
I – confirmar, com até quarenta e oito horas de antecedência, o horário e o local da realização das partidas em que a definição das equipes dependa de resultado anterior;
II – contratar seguro de acidentes pessoais, tendo como beneficiário o torcedor portador de ingresso, válido a partir do momento em que ingressar no estádio;
III – disponibilizar um médico e dois enfermeiros-padrão para cada dez mil torcedores presentes à partida;
IV – disponibilizar uma ambulância para cada dez mil torcedores.
Como a LICOF não dispõe, obviamente, desta estrutura, precisa provar que fez o requerimento a Prefeitura de Codó para livrar-se de eventual problema pela completa ausência do que prevê a lei.
Do contrário, é contar com a sorte até o fim do campeonato.

Categoria: Notícias

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