Lugar de mulher não se negocia: comissão feminina não pode ser descaracterizada

Na minha opinião, o espaço de representação das mulheres na Câmara não pode e não deve ser relativizado.

A presidência da Comissão dos Direitos da Mulher é fruto de uma luta histórica, construída por mulheres que enfrentaram, na pele, desigualdades, dores e batalhas reais ao longo de gerações.

Por isso, não concordo que a deputada Erika Hilton esteja ocupando esse espaço.

Trata-se de uma posição que, na minha visão, deveria ser exclusivamente de uma mulher biológica, alguém que vivencia questões como menstruação, gestação, parto e todas as complexidades que fazem parte da realidade feminina

Não se trata de ataque, nem de desrespeito.

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É uma questão de coerência com a essência da luta. Quando termos como “pessoas que gestam” são utilizados, há, sim, uma descaracterização da identidade da mulher — e isso precisa ser debatido com seriedade.

Estamos falando de um espaço simbólico, político e histórico. Um espaço que não pode perder sua essência nem ser redefinido ao ponto de apagar aquilo que as mulheres são e sempre foram.

Reafirmo: não é sobre preconceito. É sobre representatividade. E, na minha opinião, na opinião do portal Ramyria Santiago esse lugar deve permanecer sendo, exclusivamente, das mulheres.

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Ramyria Santiago

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