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VEJA QUEM É O SUSPEITO DE TER MATADO RADIALISTA EM CODÓ COM UM TIRO DE ESPINGARDA

O repórter e apresentador Amaral Júnior, da TV Codó, esteve na residência do falecido, Benedito Carlos Alves do Nascimento, de apenas 41 anos de idade, e também esteve na casa do vizinho dele, Antonio Pereira Vaz, principal suspeito de tê-lo assassinado com um tiro de espingarda hoje, 18, na rua Doutor Silva Maia, bairro Santo Antonio, por volta das 5h30min.

Antonio Vaz (foto conseguida por Amaral Junior)

O repórter ouviu que o crime foi motivado por um ciúmes sem causa plausível. Antonio Pereira Vaz sentiu ciúmes da amizade que Benedito Carlos tinha com uma mulher vizinha dos dois.

Benedito era evangélico, apresentava programa na Eldorado AM
Todos são unânimes ao afirmar que a vítima não matinha nenhum relacionamento amoroso com a pivô do caso, ocorre que o suspeito, usuário de drogas, ficou impressionado com a amizade entre ambos e entendeu que havia algo mais, algo que poderia atrapalhar seu intento de namorá-la.

Pegou uma espingarda, esperou Benedito, que é paraplégico, passar e o matou com um tiro no peito à queima roupa. Depois pegou uma moto e tomou rumo ignorado.

A Polícia acredita que Antonio Pereira Vaz planejou o assassinato.

RADIALISTA EVANGÉLICO É MORTO COM TIRO DE ESPINGARDA EM CODÓ

Benedito Carlos Alves Nascimento, radialista de programa evangélico, das 11h ao Meio Dia, na Eldorado AM, foi morto hoje (18) por volta das 5h30 da manhã no bairro Santo Antônio, próximo a casa dele.

A vítima levou um tiro de espingarda no peito, por razões ainda a serem esclarecidas.

O principal suspeito é um vizinho dele que está foragido. A vítima támbem era estudante de biólogo na UFMA  de Codó

PELA PRIMEIRA VEZ NEGROS SÃO A MAIORIA NAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO BRASIL

Brasil

Negros são maioria nas universidades públicas do Brasil pela primeira vez

Pesquisa do IBGE afirma que mudança é reflexo de políticas públicas que proporcionaram o acessos da população preta e parda na rede de ensino. Recém-formada critica falta de docentes negros nos cursos
João da Silva cuja foto em um ato pela educação no Rio de Janeiro viralizou em maio.“Sentia que não fazia parte desse ambiente”: os desafios de ser negro e da periferia em uma universidade

No Brasil, dois países: para negros, assassinatos crescem 23%. Para brancos, caem 6,8%

Mulheres negras recebem menos da metade do salário dos homens brancos no Brasil
O número de matrículas de estudantes negros e pardos nas universidades e faculdades públicas no Brasil ultrapassou, pela primeira vez, o de brancos. Em 2018, esse grupo passou a representar 50,3% dos estudantes do ensino superior da rede pública, segundo a pesquisa Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil, publicada nesta quarta-feira pelo IBGE. Embora representem hoje mais da metade dos estudantes nas universidades federais, esse grupo ainda permanece sub-representado já que corresponde hoje a 55,8% da população brasileira.

O levantamento revela ainda que a população negra e parda está melhorando seus índices educacionais, tanto de acesso como permanência. O abandono escolar diminuiu de 30,8%, em 2016, para 28,8% em 2018. Entre a população preta ou parda de 18 a 24 anos que estudava, o percentual cursando ensino superior aumentou de 50,5%, em 2016, para 55,6% em 2018. Apesar do avanço, o percentual ficou bem abaixo do alcançado pelos brancos na mesma faixa etária, que é de 78,8%.

A melhoria dos índices educacionais dessa parcela da população na rede de ensino é, em parte, reflexo de políticas públicas, como o sistema de cotas, que proporcionaram o acesso e permanências da população preta e parda, segundo o IBGE. A Lei Federal de Cotas, sancionada em 2016, definiu que metade das matrículas nas universidades e institutos federais deveriam atender a critérios de cotas raciais.

Na avaliação do pesquisador Claudio Crespo, do IBGE, a melhora nos indicadores é relevante, mas como a desigualdade é histórica e estrutural, os avanços para a população preta ou parda só acontecem quando há mobilização social e políticas públicas direcionadas. “A intervenção de políticas públicas é um fator essencial para a redução dessa desigualdade. Onde há avanços percebidos, apesar da distâncias que ainda reside, são espaços em que houve intervenção de políticas públicas e também organização do movimento social para a conquista de uma sociedade mais igualitária, como as cotas para acesso ao nível superior”, afirmou à agência Brasil.

Para a mestra em Direito Winnie Bueno, integrante da Rede de Ciberativistas Negras, o avanço do número de matrículas de negros na universidade é importante, mas é preciso pensar também em políticas de permanência para que esses jovens concluam o Ensino Superior. “Há uma série de outros desdobramentos, por políticas de permanência que não são aplicadas. É preciso olhar para esse dado com profundidade ou se chegará à conclusão que alcançamos o objetivo da política de cotas e que está tudo bem. E está bem longe de estar tudo bem”, afirma Bueno.

Segundo o IBGE, também houve aumento de matrículas de estudantes negros nas universidades privadas, reflexo de programas como o Programa Universidade para Todos (Prouni), que concede bolsas de estudos parciais e integrais a estudantes de baixa renda. O percentual de vagas ocupadas por essa parcela da população nas instituições privadas avançou de 43,2% em 2016 para 46,6% em 2018.

“Achava que a universidade não era para mim”
Recém-formada em psicologia, Tamires Costa, negra, de 25 anos, foi a primeira da família a entrar em uma universidade. Filha de uma mãe analfabeta e de um pai que teve a chance de estudar apenas até a 3ª série, ela sempre recebeu incentivo familiar para prosseguir os estudos após terminar o ensino médio em uma escola pública. “Eu ficava receosa porque achava que a universidade não era para mim. Tinha a sensação que era elitizado, que era só para quem tinha dinheiro”, diz.

Essa desconfiança fez com que Tamires, apesar de ter realizado a prova do Enem, logo que terminou o ensino médio, adiasse a entrada na universidade. Dois anos depois, tentou outra vez a prova e conseguiu uma nota de corte que possibilitou o ingresso dela em uma faculdade privada de São Paulo com uma bolsa do Prouni, que cobria metade da mensalidade do curso de psicologia. A outra metade ela pagava com quase todo o salário que recebia como auxiliar administrativa de uma empresa de pesquisa.

Em 2016, no entanto, Tamires entrou para a fila do desemprego no país. Impossibilitada de pagar a mensalidade, chegou a pensar em deixar o curso. “Foi o maior pesadelo, fiquei um ano desempregada, acumulando uma dívida de 8.000 reais. Mas minha mãe não deixou que eu desistisse e conseguiu pegar um empréstimo para quitar as mensalidades atrasadas. Só assim, consegui finalizar o curso. Foi a maior vitória, ela que nunca teve uma oportunidade como essa foi a pessoa que mais me apoiou”, explica.

Apesar dos números apontarem para uma participação maior dos negros nas salas de aulas das universidades, Tamires, que chegou a participar de um coletivo negro, acredita que o ambiente acadêmico ainda tem um padrão branco. “Não tive nenhuma referência de docentes negros enquanto estava na graduação”, revela.

Atualmente, a agora psicóloga, é funcionária com carteira assinada de uma editora que produz produtos de psicologia. “Estou muito feliz porque depois de todo o esforço, eu vejo que valeu a pena. No último ano da faculdade, como o futuro é incerto, você fica com muitas dúvidas”. “Quando uma criança negra vê que alguém com cabelo na régua, que veio da favela, que fala e anda do mesmo jeito que ele entrou numa universidade, você está mostrando pra essa criança que ele também pode e deve entrar lá”, disse ao EL PAÍS João da Silva, cuja foto em um ato pela educação no Rio viralizou em maio. Assim como Tamires, João foi o primeiro da família a entrar na universidade.

Os próximos desafios enfrentados por Tamires devem ser dentro do mercado de trabalho. O levantamento publicado nesta quarta-feira revelou que as mulheres pretas ou pardas continuam na base da desigualdade de renda no Brasil. No ano passado, elas receberam, em média, menos da metade dos salários dos homens brancos (44,4%), que ocupam o topo da escala de remuneração no país.

VÍDEO MOSTRA IDOSO SENDO PRESO APÓS ESTUPRAR ENTEADA DE 14 ANOS. ELE CONFESSOU O CRIME

O idoso Mário Antonio Coimbra, de 64 anos, foi preso hoje pela Polícia Militar em Imperatriz depois que parentes dele denunciaram-no numa delegacia dando conta de que ele teria violentado sexualmente a própria enteada, de 14 anos de idade.

Segundo reportagem da TV Mirante, na delegacia o homem não negou o ato sexual, disse apenas que teria sido consentido. Ele foi autuado por estupro de vulnerável.

CONHEÇA A VÍTIMA KARLEANE MORTA PELA AMIGA A FACADAS EM CODÓ

 

Uma briga entre amigas acabou terminando  na morte no bairro CODÓ Novo de nome Karliane Conceição Craveiro assassinada por Larissa Rafaela Parente de 21 anos.

Karleane era solteira, morava com a mãe e uma filha em um motel chamado de Flash Bar, o motel pertence a mãe da vítima, que fica localizado no bairro Codo Novo. Kaleane deixa uma filha e sua mãe que hoje choram.

Às 19h22min a PM chegou ao necrotério do HGM com o corpo de Kaleane  já sem vida, tinha perfuração de arma branca no pescoço e no tórax.
A aurora do homicídio já foi preso e foi identificada por Larissinha.

As duas estavam bebendo cerveja juntas e testemunhas, no morgue, disseram que o desentendimento pode ter sido motivado por “ciúmes de homem”.