Blog da Ramyria Santiago -

Denúncia no HGM: Parentes não estão recebendo informações de seus doentes e ainda são tratados com ignorância pela equipe do hospital.

Veja o texto enviado a redação do nosso blog.

“Bom dia! Blog da RAMYRIA SANTIAGO, Quero fazer mais denúncia, do hospital HGM na parte de isolamento que fica na maternidade, as pessoas que estão internadas e isoladas nesse setor, os parentes não estão recebemos informações. Eles dizem pra ir receber o boletim as 16 horas e as pessoas ficam mais de duas horas esperando e eles não dão informações certas, os médicos, técnicos, enfermeiros e atendentes tratam todos com ignorância. Principalmente um doutor chamado Diego enquanto todos os parentes estavam aflitos querendo saber por notícias ele tava numa sala no celular e respondendo as pessoas dizendo que o plantão dele acabava 19 horas. Isso é uma falta de respeito e desumano Além dos parentes saber notícias uma vez ao dia ainda tem essa demora toda e os funcionários ainda tratam com ignorância.

E ontem meu avô morreu as 22:00 horas e eles vinheram avisar hoje as 06:00 horas da manhã. Todas as pessoas que estão falecendo eles deixam lá e só avisam os parentes no outro dia.

Essas fotos são parentes que desde de 16 horas que estão esperando informação sobre seus pais e ninguém deu nenhuma informação, vinheram informar as 20:00 horas.

E essa outra imagem é o horário que eles mandam vim e não cumpram o horário”

Texto enviado ao blog.

AUXÍLIO EMERGENCIAL: QUEM RECEBER OS 600 PODE TER QUE DEVOLVER EM 2021.


Alteração na lei diz que beneficiário terá que devolver o valor no ano que vem caso termine 2020 com renda acima do limite de isenção do IR. A lei do auxílio emergencial sofreu uma nova alteração, que torna o benefício um “empréstimo” para quem se recuperar financeiramente até 2021. A mudança feita pelo Senado e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro determina que quem quem receber em 2020 mais que o limite de isenção do Imposto de Renda (IR) terá que devolver o valor integral em 2021, inclusive o dos dependentes.

Atualmente, quem recebe menos de R$ 28.559,70 no ano inteiro, incluindo, por exemplo, salários, aposentadorias e aluguéis não paga o Imposto de Renda, e também não precisará devolver o valor referente ao ‘coronavoucher’.

A lei do auxílio emergencial, inicialmente, excluía pessoas que tivessem recebido valor maior do que R$ 28.559,70 em 2018, deixando de fora pessoas que tinham certa renda há dois anos, mas que hoje necessitavam de auxílio governamental diante da crise

Após a primeira parcela, a Câmara e o Senado aprovaram um projeto que derrubou esse critério. Por outro lado, foi adicionado ao texto a obrigação de devolver o auxílio caso o beneficiário termine o ano de 2020 com renda acima do limite de isenção do Imposto de Renda .
De acordo com o relator do texto final, o senador Espiridião Amin (PP-SC), existia um acordo com o governo federal para que as duas alterações fossem aprovadas; juntas, elas formariam, segundo ele, um critério mais justo para analisar quem teria direito às parcelas.

No entanto, o senador diz que o governo não cumpriu com o combinado e aprovou apenas metade do acordo. Dessa forma, Bolsonaro manteve o critério que exclui pessoas por causa da renda de 2018, mas sancionou medida que exige devolução do valor recebido por quem se recuperar ao longo de 2020, criando mais um empecilho para o trabalhador que vê os R$ 600 como saída para a crise causada pela pandemia.

Do IG

FILHO PROCURA PELO PAI DE NOME RAIMUNDO BIGODE OU BIGODÃO  EM CODÓ OU NO KM-17. ELE NUNCA VIU O PAI NA VIDA

Gleidson da Conceição 36 anos, procura pelo pai que ele nunca conheceu. O pai de Gleidson foi embora quando ele tinha apenas 2 meses de vida.  O pai de Gleidson tem mais ou menos de 60 até 70 anos de idade e se chama Raimundo Soares de Sousa, mais conhecido por RAIMUNDO BIGODE OU BIGODÃO, ele tem um irmão chamado de VALDETE e sua mãe se chama Dona Antônia.

Já a mãe de Gleidson é Francisca Antônia conhecida por Toinha. Sua Avó materna é Jacinta Maria da Conceição e Avô materno Antonio Firmino das Chagas. A ultima informação que Gledson teve do pai é que ele trabalhava em um mercado do Quilometro 17 (KM-17).