O que parecia um problema simples revelou-se uma situação de urgência e gravidade extrema na saúde pública de Codó. Caso de Ministério Público.
A falta de fichas para consultas e exames em Codó não é um erro isolado — é um sistema implantado que impede o atendimento da população. Hoje, praticamente ninguém é atendido. Não se realizam exames, não se conseguem consultas e, quando uma ficha aparece, são apenas uma ou duas para dezenas de doentes.
O problema se repete em todos os postos de saúde do município. A população vive a mesma realidade: pessoas doentes, aguardando há meses, sem acesso a médicos, especialistas ou exames básicos. A saúde pública entrou em colapso.
Essa política, segundo relatos de servidores e moradores, foi implantada na gestão do prefeito Chiquinho FC, e desde então a população vem sofrendo as consequências. Quem pode, é obrigado a pagar consultas particulares. Quem não pode, fica abandonado à própria sorte.
Estamos diante de uma situação que fere o direito constitucional à saúde e exige intervenção urgente do Ministério Público. O povo não pode continuar sendo penalizado, adoecendo e, em muitos casos, morrendo por falta de atendimento.
Codó pede socorro. A saúde pública está gritando por ajuda.









