O Programa Minha Casa Minha Vida, em Codó, enfrenta hoje uma situação alarmante. O terreno onde deveriam estar sendo construídas as casas populares foi completamente descaracterizado e transformado, na prática, em um lixão a céu aberto.
O local, que na vistoria inicial da Caixa Econômica Federal estava amplo, limpo e em condições adequadas, hoje está irreconhecível.
Há crateras profundas por toda a área, retirada de piçarra. Além de grande quantidade de lixo despejado no terreno, inclusive com participação direta da própria prefeitura, que retira a piçarra e, em seguida, utiliza o espaço como depósito de resíduos.
A situação é tão grave que, com a terceira vistoria da Caixa prevista para acontecer em breve, há um risco real de o projeto ser paralisado ou inviabilizado, já que não há qualquer condição técnica de iniciar obras em um terreno tomado por buracos e lixo.
Mesmo cientes do problema, o secretário Márcio Esmero de obras e o prefeito não demonstram interesse em recuperar ou manter o terreno em condições adequadas, já que foram eles mesmos que causaram o problema, apesar de saberem que as obras já deveriam ter começado e que a forma como o local foi deixado impede qualquer avanço.
📌 Números do prejuízo social:
325 unidades da segunda chamada
150 unidades da primeira chamada
Residencial Paraíso: 100 casas
Residencial Pitombeira: 50 casas
👉 Total: 475 casas já selecionadas, com beneficiários aguardando há meses o início das obras —
Essa é a realidade do Minha Casa Minha Vida em Codó: famílias esperando o sonho da casa própria enquanto o terreno destinado às moradias populares é tratado como lixão.
❓ A pergunta que fica:
Vão construir casas em cima do lixo? Tudo parado pelo descaso.
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