R$ 63 MILHÕES PARA UM ÚNICO INSTITUTO: A TERCEIRIZAÇÃO MILIONÁRIA QUE LEVANTA SUSPEITAS EM CODÓ

Enquanto escolas enfrentam falta de estrutura, unidades de saúde operam no limite e a população sofre com serviços públicos precários, a Prefeitura de Codó direcionou uma verdadeira fortuna para um único instituto privado logo no primeiro ano da atual gestão.

Em 2025, mais de R$ 63,5 milhões dos cofres públicos foram repassados ao Instituto GEPAS, valor que causa espanto e acende um alerta vermelho no município.
Os dados revelam que o Instituto de Gestão de Pessoas e Administração de Saúde (GEPAS), sediado em São Luís, tornou-se o maior beneficiário de recursos municipais em Codó. Os contratos firmados envolvem a terceirização em massa de mão de obra, abrangendo desde motoristas e recepcionistas até cargos de supervisão administrativa e operacional dentro da estrutura da prefeitura.

Na prática, a administração municipal passou a transferir funções essenciais do serviço público para uma entidade privada, concentrando milhões de reais em contratos contínuos que chegam a uma média superior a R$ 5 milhões por mês. Tudo isso em uma cidade marcada por constantes denúncias de atraso de pagamentos, falta de investimentos básicos e abandono em áreas sensíveis como saúde e educação.

O que mais chama atenção é a velocidade e o volume desses repasses logo no início do governo do prefeito Chiquinho FC, levantando questionamentos inevitáveis: por que tamanha dependência de um único instituto? Qual o critério adotado para justificar essa concentração de recursos públicos? Quem realmente se beneficia desse modelo?

Fontes locais, que pedem anonimato por medo de retaliações, apontam que a terceirização em larga escala estaria sendo usada como ferramenta de controle político, por meio da distribuição de empregos e fortalecimento de alianças ligadas ao grupo que hoje comanda o município. O cenário descrito reforça a necessidade urgente de fiscalização rigorosa por parte dos órgãos de controle.

Diante dos números e do contexto social de Codó, a pergunta que ecoa entre a população é simples e direta: os milhões estão servindo ao interesse público ou alimentando um esquema de poder sustentado com dinheiro do povo?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ramyria Santiago

CONTATOS

Visite-nos e compre no Paraíba!

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Visitas Online!
Arquivos do portal