Todas as resoluções, portarias e diretrizes sanitárias são claras: produtos utilizados na limpeza e desinfecção hospitalar devem conter no rótulo a indicação de “uso hospitalar”.
No entanto, uma denúncia preocupante aponta que produtos da linha FC Oliveira, ligados à gestão do prefeito Chiquinho FC, estariam sendo utilizados no Hospital Geral Municipal (HGM) sem essa indicação obrigatória para uso hospitalar, sendo classificados, segundo o relato, como produtos comuns — destinados ao uso doméstico.
Isso se confirma, e a situação é extremamente grave.
Hospitais não são ambientes comuns. São locais onde diariamente acontecem:
Cirurgias
Partos
Curativos complexos
E todos esses procedimentos exigem um nível rigoroso de desinfecção para eliminar microrganismos que causam infecções, muitas vezes resistentes.
A denúncia a Ramyria Santiago levanta um questionamento direto:
como garantir segurança aos pacientes utilizando produtos que não possuem certificação para uso hospitalar?
Um exemplo citado é de uma paciente que, após uma cesariana, retornou ao hospital seis dias depois com infecção na incisão cirúrgica. Casos assim levantam dúvidas sobre a origem da infecção — hospitalar ou não.
Situações envolvendo:
Pé diabético
Pneumonia
Tuberculose
Exigem ambientes altamente controlados, especialmente em leitos de isolamento.
A pergunta é inevitável: essas áreas estão realmente sendo desinfectadas de forma adequada ou apenas aparentam estar limpas?
Como os produtos FC Oliveira não são produtos próprios pra hospital, a situação do hospital HGM de Codó deve piorar muito na questão da limpeza e as infecção hospitalar dentro do local deve aumentar em 100%.
A preocupação se estende também a itens como:
Lençóis
Superfícies
Equipamentos
Que, estão sendo higienizados com produtos inadequados, do grupo FC Oliveira.
O uso de saneantes sem indicação hospitalar em ambiente de saúde pode representar risco sanitário sério, colocando em perigo pacientes já vulneráveis.
A saúde pública exige transparência e responsabilidade.
Codó não pode correr esse risco.
@ramyriasantiago










