A Escola Adventista de Codó se recusou a receber uma comissão de mães que buscava esclarecimentos sobre o caso bárbaro de racismo contra a professora Lindinalva da Silva Santos, docente de Língua Portuguesa.
Segundo informações, a própria direção da escola também estaria cogitando punir a professora, que há mais de 12 anos se dedica com amor e ética à educação, por conta da repercussão pública do caso.
A postura da direção da Escola Adventista de Codó revela falta de ética, empatia e compromisso com seus próprios educadores. Ao se calar e virar as costas para o sofrimento de uma profissional exemplar, a instituição mostra um comportamento vergonhoso e desumano.
De acordo com relatos, a professora Lindinalva estaria abalada emocionalmente, fazendo uso de medicamentos controlados e sem receber nenhum tipo de apoio da escola à qual se dedicou por tantos anos.
Dentro da própria instituição, a professora foi vítima de um dos atos mais cruéis de racismo já registrados na cidade.
Alunos do 7º ano criaram um grupo em um aplicativo de mensagens, onde proferiram ofensas racistas e difamatórias contra ela, chegando a divulgar as mensagens em redes sociais.
Entre os insultos, a chamaram de “macaca preta”, “vadia” e fizeram comentários degradantes sobre sua cor e sua condição de mulher, dizendo que, por ser negra, não teria pai, mãe nem marido.
Lindinalva, respeitada por colegas e alunos, sempre foi conhecida pela sua competência, ética e dedicação em formar cidadãos de bem. Hoje, ela enfrenta o trauma causado pela crueldade de seus próprios alunos e o silêncio cúmplice de uma escola que deveria protegê-la.
O silêncio da Escola Adventista de Codó reflete o caráter e a falta de humanidade de sua direção.
Será que toda a rede Adventista compactua com essa postura? O portal Ramyria Santiago questiona isso!!! @ramyriasantiago









