SAÚDE EM COLAPSO: Condições precárias em setor do HGM acendem alerta sobre risco à vida de pacientes em Codó

Registros feitos dentro do Hospital Geral Municipal de Codó revelam uma realidade preocupante e incompatível com qualquer padrão mínimo de atendimento em saúde pública. A área destinada à administração de medicamentos apresenta sinais evidentes de abandono, levantando sérias preocupações quanto à segurança dos pacientes que dependem do serviço.

O espaço, que deveria ser rigorosamente limpo e adequado para procedimentos clínicos, mostra um cenário de deterioração: chão constantemente molhado, sujeira acumulada, infiltrações visíveis e adaptações improvisadas na estrutura hidráulica.

Trata-se de um ambiente totalmente inadequado para a aplicação de medicamentos, especialmente aqueles administrados por via intravenosa, que exigem controle absoluto de higiene.
Profissionais da área da saúde alertam que locais nessas condições são propícios à proliferação de bactérias e ao surgimento de infecções hospitalares, colocando em risco pacientes já fragilizados. Em situações extremas, a exposição a ambientes insalubres pode resultar em complicações graves, incluindo infecções generalizadas.


Esse quadro estrutural apenas reforça uma série de reclamações feitas por familiares de pacientes, que denunciam a falta de insumos básicos, demora excessiva em atendimentos e superlotação constante. O problema não é pontual, mas sistêmico, refletindo uma gestão que falha em garantir dignidade e segurança à população.

Atualmente, a direção do hospital está sob responsabilidade de Rossana Araújo, cuja nomeação é alvo de críticas e questionamentos. Mesmo diante do grande volume de denúncias, não há registros de melhorias concretas na unidade. As imagens do setor de medicação evidenciam mais do que negligência: mostram o desrespeito ao direito fundamental à saúde.

Diante da gravidade da situação, a população cobra ações imediatas, fiscalização rigorosa dos órgãos competentes e responsabilização dos gestores. No HGM de Codó, o que deveria ser um espaço de cuidado se transformou em ameaça — e os mais prejudicados seguem sendo aqueles que não têm outra alternativa senão recorrer ao serviço público.

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Ramyria Santiago

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