Um grupo de aproximadamente 8 a 10 zeladores que atuam na limpeza do Hospital Geral Municipal (HGM) de Codó procuraram Ramyria Santiago para denunciar uma situação que classificam como injusta e revoltante.
Segundo os trabalhadores, muitos tiveram o Bolsa Família reduzido ou até mesmo cortado após constar no sistema que estaria de carteira assinada.
O problema, segundo eles, é que afirmam nunca terem tido acesso formal a essa carteira assinada nem aos direitos garantidos por lei.
“Disseram que estamos de carteira assinada, mas não temos férias, 13º, FGTS, nada. Trabalhamos das 7h da manhã às 7h da noite e só recebem salário de R$ 1.300 e R$ outros de 1.400, apenas isso.
Não sabemos nem o que é descontado do nosso pagamento”, relatou uma das funcionárias, que pediu para não ser identificada por medo de represálias.
Ao questionarem a situação internamente, afirmam que foram colocadas contra a parede e humilhados.
Os trabalhadores dizem ainda que não têm acesso a contracheques detalhados, não sabem se há recolhimento de FGTS e nunca receberam férias ou 13º salário.
A empresa responsável pelo contrato, segundo os denunciantes, seria a IGEPAS, que, conforme relato, funciona nas empresas ligadas a Agnes Oliveira, esposa do deputado estadual Nagib.
A denúncia levanta questionamentos graves:
Há registro formal em carteira?
Estão sendo recolhidos os direitos trabalhistas?
Para onde vão os descontos realizados?
Por que trabalhadores relatam desconhecer vínculo formal que aparece nos sistemas federais?
A situação merece apuração urgente dos órgãos competentes, como Ministério Público do Trabalho e Ministério do Desenvolvimento Social, já que envolve possível irregularidade trabalhista e impacto direto em programas sociais.
Por : @ramyriasantiago









